100 anos do 28 de Maio: o que havia antes do golpe
Aqui e aqui . Há dias, hoje é um desses dias, em que vale a pena recorrer a Giorgio Agamben, e confirmar que ser contemporâneo é estar em luta com o seu tempo e não é aceitar passivamente o que acontece. Contemporâneo é quem olha para o céu do seu tempo e consegue ver para além das luzes, consegue olhar para a escuridão que ali está: é quem sabe que a luz presente nunca o alcança. Tão só o contemporâneo pode questionar a origem, o passado, uma vez que sabe e consegue neutralizar o brilho do presente e consegue ver nitidamente as trevas. Ponto. Adenda , com memória e memória e memória .