Será a dança capaz de gerar e realizar uma moralidade alternativa?
(msg recebida) Há dias, meu caro admirador, há dias, sei eu lá bem porquê!, há dias (hoje é um deles) em que me apetece desatar a escrever-lhe, às tantas sim, às tantas para o chamar à realidade, dado que, nas suas rotinas (ainda que interessantes), me parece que a racionalidade é rainha, mas sempre lhe faz falta a minha dimensão dionisíaca, pois não faz? Daí que, hoje, o desafie a revisitar a grande dançarina americana Isadora Duncan (que nasceu em 1877). Sabe que ela dedicou toda a sua vida à dança, pois não sabe?, a dança era a forma que ela engendrou para se ligar ao mundo e para expressar os seus anseios e emoções e paixões. Como diz?, diz que ela, na linha de F. Nietzsche (" o que é divino corre sobre pés delicados "), revolucionou a dança, â procura, tal qual o dançarino Zaratustra (o leve), do espírito humano através do movimento do corpo? Ena!, que surpresa!, bingo!, é isso mesmo, ela (ainda que também respirasse a dádiva da loquacidade humana) pretendia que o cor...









