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Patafísica minha que partiste do verniz o vidrado

Ontem, quando ouvi em elogio à universidade do vinho , dei comigo a pensar que o mundo nunca é feito nem de preto e e nem de branco, o mundo tem cambiantes de babucha sortudo; e seguro (ups!) de mim, comentei com os meus botões: às tantas isto de escrever já deu o que tinha a dar, bem mais interessante será meter a viola no saco, dar de frosques sem espalhafato e viajar por esse mundo fora adentro. Um deles, um botão fino cmóalho, saiu-se da casca e, pimba, trauteou divertido: vamoláver, passa a escrever no jeito patafísico, nasceste com esse dom sem saberes que o tens. Escrever no jeito quê?, patafísico?, encabrestei-me. Ele, redondo que nem cordel solto e rebolando-se a sorrir, respondeu-me: tira a viola do saco e dedilha inconveniências, asneiras e afins, vais ver que passas a ver o mundo a cores tal qual bebedeira de pouco minutos, até o arco íris lá fora, que não existe, se armará ao pingarelho, cantando à desgarrada com uma nuvem vadia. Dedilho que música?, atrevi-me, mas olha qu...

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