Também na gestão da tempestade Kristin houve um "momento Maria Antonieta"
É preciso ouvir para crer (que sina azarada!) que sim, é preciso ouvir para acreditar na reencarnação de Maria Antonieta na gestão da tempestade Kristin, em Portugal. Adiante. Deixemos as ínvias ruelas da metempsicose e regressemos à realidade nua, crua e dura. Uma semana passada, e a conclusão é óbvia. Portugal mantém intactas duas capacidades políticas: (i) a capacidade para não aprender com as tragédias (da bancarrota aos fogos, da pandemia Covid-19 ao apagão); (ii) a capacidade para fazer grandes (e prolongadas) asneiras, mesmo sabendo-se que os improvisos e as preces não são remédio nem na prevenção e nem na gestão das calamidades. Os infindos e cruéis pesadelos das populações atingidas bem que deviam servir para mudar de rumo e para se perceber que falta mandar algumas instituições para o galheiro e que urge concluir a regionalização em Portugal, é mais que tempo!

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