São as narrações morais que dão forma à visão do mundo...
(mensagem recebida)
Nunca pela cabeça pe passou, meu admirador de mim única, nunca pela cabeça me passou que uns maduros escolhessem o sorriso da Mona Lisa para baptizarem um analisador de narrações morais nos mais diversos suportes, da escrita aos filmes, das estórias aos eventos e às canções; embora, aqui para nós que ninguém nos lê, eu lhe tenha dito isto, só a si, só a si e ao mundo inteiro. Adiante... Bem esgalhada a ideia de aproveitarem este projecto com esta ferramenta informática para sacar notícias e estórias e dizeres (e outras coisas mais ainda) e para estudar (à lupa e com velocidade sobrehumana) comportamentos e mensagens morais comuns a todos os seres humanos. Sim senhor, cabecinhas pensadoras, uma ferramenta informática que serve para medir o espírito moral da Humanidade em tempo real (ups, rimou!), gosto. O que é que daí resulta? Pois, excelente a pergunta que me faz. E se tentassse a resposta? Aí vai uma ajudinha: parece que as intuições morais são parte integrante de cada sociedade; porém, os seus pormenores podem diferir quer entre as diversas culturas quer entre os indivíduos. Se a educação e a personalidade e as experiências de vida estão ligadas com as intuições morais incorporadas em cada indivíduo? Então não, ponha os olhos e o pensamento em mim. Como diz? Repita, por favor. Se aquela ferramenta informática também considera o bombardeamento político nos noticiários televisivos e radifónicos e ainda quejandos afins? Não sei, penso que sim, vou saber. Amanhá passado lhe direi, ponto.
Adenda
Tenha em conta que..., e ainda... Pergunta: saberão (duvido) a Juliet Brophy e o Prosanta Chakrabarty que ainda existem sereias?
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