Os processos cognitivos não estão todos na cabeça

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(Mensagem recebida)
Bem interessante é, meu caro entontecido com o meu requinte, a minha preguiçosa beleza e o meu rubor passageiro (também sabe que não me coíbo de troçar dos meus defeitos, pois não sabe?), bem interessante, dizia-lhe, é ouvir David Chalmers (em 2014) a debitar saber hipotético sobre a consciência, gosto e gosto e gosto. No início, como convém, segui o pensamento dele com um sorriso surpreendido e deliciado à proa dos meus olhos grandes, enquanto, só acontece comigo, enquanto uma pequena borboleta (o calor do dia já declinava) adormecia na janela que dá para o meu terraço de horizonte-água: olha a novidade, suspirei, como se eu não soubesse o que é a consciência, tenho em mim fantasias que datam da minha infância! Mas depois, céus, depois, quando ele desatou a complicar, aí é que foram elas, mãos minhas filigranas cuidadas, tive que revisitar este documento (aqui o original); e, záscatapraz, espreguicei-me ao comprido no hexágono cognitivo (duas horas inteirinhas a ler o livro de H. Gardner é muita areia, vida metáfora de mim)... Santo Deus, acudam que não sei mesmo o que fazer, tão e tão baralhada ando, confundi tudo, seja, são curiosos todos os exemplos deste Hilary Putnam: até o meu aborrecimento se esfumou, diga-me lá, eu li bem os exemplos? Adiante que o dia me chama. Para concluir, meu admirador ciumento, claro que sim, óbvio que sim, sem quaisquer rodeios lhe digo (crença minha) que os processos cognitivos não estão todos na mente. Saberão eles (o Andy e David) da existência do meu caderninho preto argolado que é assim a modos que um plantio de flores de saber?
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