A água de aqui é boa, não é?

 A água de aqui é boa, não é?

Se é! Quantos vinhos que julguei melhores bebi!

A água de aqui — a verdade!

A verdade não — a melhor aparência dela...


Quando, em grandes praças de eu distra[ído],

Apregoam em torno de mim os jornais todos e eu durm[o]


s.d.

Álvaro de Campos - Livro de Versos . Fernando Pessoa. (Edição crítica. Introdução, transcrição, organização e notas de Teresa Rita Lopes.) Lisboa: Estampa, 1993. 

 - 232.

Adenda, com memória e memória e memória.

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