25 de Abril de 1974 - A Revolução dos Cravos


Em 25 de Abril de 1974, quando o governo autoritário do Estado Novo (de Salazar - Caetano) foi deposto por uma golpe militar (MFA) - que também deu origem ao fim da guerra (13 anos) em África - os cravos, de vermelho vivo e de perfume suave e doce, tornaram-se o símbolo de unidade entre o povo português. Na história recente de Portugal, essa data, dia da Liberdade, é identificada como a Revolução dos Cravos.

Adenda, com memória, e ainda, e também.

(msg recebida)

Também nestes dias de comemoração e de reflexão sobre o passado é legítimo (há quem diga imperativo) ter presente que à medida que o mundo se sente cada vez mais mal, os nossos cérebros anseiam por bem-estar, e a esse bem-estar podem eles aceder através das artes, da beleza e da natureza (artes, beleza e natureza, muitas vezes andam juntos, ou são pelo menos fortemente interdependentes). Atente-se que a mudança das estações, a beleza de uma pintura, o efeito calmante da música, as flores nas árvores, as cores do céu: todos são componentes fundamentais não só do nosso bem-estar mental, mas também do bem-estar físico. E sim, o novo campo interdisciplinar da neuroestética explica porque é que o envolvimento com a beleza através das artes e/ou da natureza tem um efeito positivo na saúde. Em dia de festa, quiçá não seja despropositado parar um pouco: para ver e ouvir e pensar e para agir em conformidade e em liberdade, e, também assim, fazendo justiça à Revolução dos Cravos.

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