Em ti nasce um rio
Entre
as pedras livres paradas
e os verdes ramos de árvores,
passa
um rio.
Passa
irmanado à luz pueril
dos
álamos e à música de flauta,
com a tarde a chegar.
Leva dentro dele
a
frágil alegria da nascente,
no rasteiro coaxar das rãs.
.../...
Sigo-lhe
os sulcos da sede.
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