Os especialistas em teorias da comunicação, em Portugal, continuam distraídos? Sim, parece!


Vhils (Alexandre Farto), o artista que fez o retrato oficial do Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, disse - explicando - que recorreu a "jornais nacionais de 2016 a 2026, sobrepostos, escavados por incisão e, no final, cobertos de branco" - a técnica que também usa em muros e em fachadas - , "destruindo a superfície para revelar o que está por baixo". 

Adenda 1, aqui: um texto escrito há dez anos, com memória e memória e memória.

                     Nota de rodapé - Para mais bem se entenderem os baixos fundos da história, leia-se aqui (28/01/2013):

                 "(...) Na opinião de Marcelo, António Costa será derrotado por Seguro numa eventual disputa pela liderança rosa a realizar-se antes das eleições autárquicas. "Para Seguro, é ideal a eleição do líder ser antes das autárquicas, porque apanha António Costa no meio de duas corridas: PS e Lisboa”, argumenta. Falando ainda sobre a crise interna do PS, espoletada por declarações do ex-braço direito de José Sócrates, Pedro Silva Pereira, que defendeu a realização do Congresso antes das autárquicas, abrindo assim a porta a uma candidatura de António Costa à liderança do partido do Largo do Rato, Marcelo considera que “para o PSD é mil vezes preferível manter António José Seguro líder a ter António Costa. É como televisão a preto e branco e televisão a cores, pois "António José Seguro já se viu que não tem uma ideia na cabeça e António Costa tem várias e perigosas ideias na cabeça". (,,,)"

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