M. Sandel: Política, democracia, justiça e bem viver


Não sei bem se assim é, mas creio e sinto que sim. Creio e sinto que, neste dia de eleições presidenciais, há algo de muito errado que levará muitos eleitores a fazer má figura quando votarem: a escolha parece ser entre muita parra e pouca uva. Ao longo da campanha eleitoral, dia sim dia sim, duas ideias foram ganhando forma neste país à beira mar plantado: que (i) há demasiada partidarite nestas eleições presidenciais e que (ii) é imperativo mudar de políticas em áreas específicas: da saúde, à justiça, da economia à defesa, da educação à segurança, do abandono do interior ao nível de pobreza (com realce para o nível de pobreza infantil). Talvez valha a pena regressar a Março de 2016 e reler com atenção o discurso de tomada de posse do ainda Presidente da República, quem sabe o horizonte fique mais claro, é a vida! Mesmo assim, não alinho no pensamento de quem diz que estas eleições presidenciais mais se assemelham a uma comédia bufa. Antes de votar, vou ouvir, uma e outra vez mais, Michael Sandel. E, com tempo e vagar e atenção redobrada, deambular por aqui.

Adenda, com memória.

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