Há coisas que nos parecem mais belas que outras

 

Tinha matutado (de mim para comigo) que. se estivesse mais atento, algumas novidades apareceriam sobre a beleza, diretamente relacionadas com o funcionamento do cérebro no perceber a beleza ao processar o mundo. Sem saber bem porquê (às tantas até sei), demorei-me neste estudo (acima o mapa conceptual que o sustenta) uns quantos tantos minutos muitos. E percebi. Percebi sorridente que os resultados do estudo vão de encontro a uma teoria psicológica denominada "fluidez de processamento". Uma teoria que sustenta que aquilo que se entende (e compreende), fácil e rapidamente, gera emoções agradáveis e positivas. Qual é então a novidade que o estudo apresenta? A novidade que apresenta é uma base fisiológica da ideia de fluidez na simplicidade, vinculando-a ao gasto energético do cérebro. Bingo!, a partir de agora, em maré de travessuras da memória, até já mais bem aprecio a música de Rosalía.

Adenda, com memória.


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