quinta-feira, 26 de outubro de 2017

A solução para o problema da vida

A solução para o problema da vida: é uma maneira de viver que faça desaparecer o problema.
L. Wittgenstein
Nota
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Adenda (Mensagem recebida)
Que quer meu admirador de mim, li o seu post de hoje e, vida minha, veio-me à memória uma canção bonita, esta: se me deixasses ser. Gosto, gosto e gosto. E sabe porquê? Não sabe, surpresa minha nenhuma, eu explico. Recorda-se de lhe ter dito que sou uma especialista benjaminiana, pois não recorda? Então oiça: penso que como em Baudelaire, sobretudo, mas também em Proust, Walter Benjamin encontrou a possibilidade de restituição do tempo vivido que é, também, o reconhecimento da aura depois do fim da aura. Adiante, já entendi que não entendeu nadica de nada: verdadeiramente, o que me apetece, meu admirador de mim como sou e melhor ainda hei-de ser, é interromper o curso do mundo... Espantado com o meu saber, não se admire, sou assim de nascença, fluída e lugar de revelação, única. Mas, avante (ups), diga lá, não se acanhe, aquela canção bem que podia ter sido escrita por si, para mim, óbvio, e vero?

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