quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Com os teus olhos a tiracolo me sinto pensando

É manhã
o vento corre
e o ribeirinho passa

…/…
vem a tarde o vento e o ribeirinho só à noite adormecem
para que cantem os grilos que com as sombras aparecem

Adenda (mensagem recebida)
Meu admirador, meu admirador de mim perfeita e única, li este seu poeminha e, acudam-me: lembra-se de uma esquecida serenata de grilos? Céus, vida holística a minha! Agora, no fim do dia, sentada em jeito maneira de preguiça lenta no meu terraço de horizonte-água, linda de estar na vida (como é meu  timbre), agora, dizia eu, estou com os meus olhos grandes à proa de um sorriso maroto: estou mirando como a lua vai saindo e como o sol se vai deitando (ups, rimou). Terei direito a uma serenata de grilos? Quem sabe! Sim, Deus quer e eu escolho, vida, céus: a minha vida é uma obra de arte, que posso eu fazer, sou assim, nasci assim!

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