quarta-feira, 12 de julho de 2017

Sonoridades de um violino: Einstein e Viena

Um dos famosos violinos construídos pelo italiano Antonio Stradivari
(Mensagem recebida)
Mil, mais de mil violinos, meu admirador de mim única, mais de mil violinos (no início do século XVIII) construiu Stradivari (António Stradivari - 1644/1737), grande quantidade, verdade (rima, xô), mas a qualidade dos violinos, digo, a sonoridade (maldita rima, vida), a sonoridade distinta e a resistência ao tempo dos violinos "stradivarius" marcam ainda hoje (restam ainda uns seiscentos em bom estado) a diferença (uff, céus, até que enfim, cheguei a um ponto final). Sei, sei que não sabe que o mistério da sonoridade dos violinos construídos pelo António Stradivari já foi desvendado: resulta do efeito dos produtos químicos que eram utilizados para proteger a madeira. Adiante. Lembrei-me deste episódio da história dos violinos quando me enfronhei no impacto que a música tem no cérebro (até o "Efeito Mozart" já desvendei); e porquê, perguntará. E eu respondo: porque ando a rever (episódio a episódio) a vida de um génio, a vida de Albert Einstein; e, quando aqui parei, záscatrapás, Santo Deus, senti o amor à solta nas imagens e no som divinal de um violino em fundo (até senti os ruídos da respiração à mercê de pensamentos íntimos a prolongar o tempo). Meu admirador, meu admirador de mim, um génio é sempre um milagre, um milagre humano por excelência, aquele jovem Einstein e ela: que linda! Demore-se em mim se ainda tiver dúvidas que um génio é um milagre, eu sou: sensibilidade, pensamento independente, perseverança, motivação para o trabalho, alta auto estima; sou assim: génia e perfeita, esmeralda de nascença, que se há-de fazer! Vida minha, acabo agora de sentir rugas nos seus pensamentos, percebi, está a pensar que Einstein se rebelou (algumas vezes) contra a doutrina dos pensadores do "Círculo de Viena", contra a concepção científica do mundo. Adiante, agora tenho pouco tempo para mais conversa, quem sabe um dia, em Viena, possamos discutir o seu pensamento enrugado, com sons de um violino em fundo, quem sabe...

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