quinta-feira, 6 de julho de 2017

Oráculo: tu, escuta e retém as minhas palavras

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(Mensagem recebida)
Ontem, meu admirador ainda mais que preferido, fiquei de franja à banda com o seu poeminha do perfume das rosas! Acredita mesmo na ocupação do mundo pelas rosas? Vida, também eu! Eu que sou a luz dos seus dias, adiante. Escolhi a imagem que lhe envio (tem parecenças com o meu desenho nesta página, olha a novidade, como se eu o não soubesse!) para lhe falar de Parménides, pegou-se-me a sua obsessão pelos oráculos, que quer, sou mesmo assim. Adiante, vou agora transcrever-lhe "A via da verdade" de Parménides (fragmentos 4-5):
"Vamos lá! Eu quero falar. tu, escuta e retém as minhas palavras que te ensinarão as duas únicas vias de investigação que é possível conceber. A primeira, diz que o Ser é e que não é possível que não seja: é o caminho da Certeza porque acompanha a Verdade. A outra, é: o Ser não é, e necessariamente o Não-Ser é. Esta via é um caminho estreito onde nada podemos aprender porque não podemos aceder pelo espírito ao Não-Ser, ele está fora da nossa alçada, não pode exprimir-se por palavras; com efeito é a mesma coisa que pensar e ser...".
Percebi, meu admirador de mim polímata, não entendeu nadica de nada, surpresa minha nenhuma! Perdeu a tramontana ao comparar (em espelho) a imagem com o meu desenho, vida, que quer, nasci linda (e perfeita e única) para sempre estar perto de si, que quer, a vida é mesmo assim, adiante que agora tenho pressa, sempre eu, só eu, que se há-de fazer!

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