quarta-feira, 21 de junho de 2017

O que as pupilas nos dizem sobre a linguagem

Ante una palabra, las pupilas comienzan a dilatarse (0 – 0.5 s) tras la activación general del cerebro. Cuando esta activación inicial ha concluido, las pupilas se contraen (0.5 – 2 s). El tamaño de la pupila también está determinado por la luminosidad evocada por las palabras: disminuye (1 – 3 s) cuando evocamos una palabra relacionada con la oscuridad. Credit: © Sebastiaan Mathot, University of Groningen.
(Mensagem recebida)
Nem sei que lhe diga e nem sei que lhe conte, meu estonteado admirador. Então não é que ao ler este estudo dei comigo a matutar: necessitam aqueles maduros de grandes estudos para saberem que as pupilas se contraem e se dilatam quando ouvimos (ou lemos) palavras? Fartinha do o saber estou eu, vida, imagine que sempre que leio um "linda" (dirigido a mim única) os meus olhos grandes ficam piscos. E, céus, quando não percebo uma palavra mais nublada, záscatapraz, os meus olhos bugalhados ficam faróis. Adiante, se não tiver tempo e nem pachorra para ler o citado estudo, leia pelo menos este comunicado...
Adenda (22/06/2017)
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O que é que eu não descubro, meu admirador em todos os dias, vida! Ainda a propósito das características específicas dos meus olhos grandes... Deambulava eu pelos ditos dezideiros (provérbios mirandeses) e estaquei aqui neste dezideiro: "Ls uolhos son I speilho de l´alma". Céus, tossiquei um hãhãhã, e rabisquei uma mensagem para os autores do estudo de que ontem lhe falei, esta: "eilhes, ls uolhos mios son ua lhinha fundamental da cultura umana que s´arrima a bida buona, cuido que, oujetibamente, son I speilho de l´alma mia bela y berdadeira". Santo Deus, só agora dei por isso, enviei-lhes a mensagem em língua mirandesa; vida, acudam, acabo de tropeçar numa gargalhada vadia. Que quer, sou mesmo assim de nascença, guicha e asadinha, que se há-de fazer!

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